ATTALEA GERAENSIS

 

FAMILIA DAS ARECACEAE

 

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CACHO COM FRUTAS MADURAS

PLANTA

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Inflorescência feminina a esquerda e masculina a direita

Frutos Maduros abertos

 

 

NOME INDIGENA: Indaiá da língua indígena que quer Dizer “Fruto de partir ou Rachar”. Coquinho do cerrado, Catolé ou Indaiá do Campo. 

 

Origem: Nativo dos Campos e Cerrados de todo o Brasil desde Tocantins, Bahia até estado de São Paulo. Mais informações no link: http://servicos.jbrj.gov.br/flora/search/Attalea_geraensis

 

Características: É uma palmeira de caule subterrâneo que raramente emerge a 1 metro do solo, formando touceira ou copa de até 2,5 m de diâmetro. As folhas são basais, recurvadas e brilhantes, com raque (nervura principal de uma folha composta) medindo de 1,4 a 2,3 m de comprimento, com 75 a 79 pares de pinas ou folíolos (parte laminar duma folha) decrescentes para o ápice; os folíolos da base medem 50 cm de comprimento por 7 mm de largura, os do meio medem 40 cm de comprimento por 2,5 cm de largura. A inflorescência é protegida por uma espata (um tipo de folha modificada) lenhosa e profundamente sulcada no sentido longitudinal, com cerca de 30 cm de comprimento por 2,5 a 4 cm de diâmetro; composta de estaminódios (um estame ou tubo modificado e estéril) andróginos, isto é que possui os dois sexos na mesma planta ou em indivíduos diferentes. As flores femininas estão distribuídas em duas fileiras ao longo dos ramos, medindo aproximadamente 2 cm de diâmetro quando abertas. A flor masculina mede 1 cm de comprimento.

 

Dicas para cultivo: A planta aprecia solos arenosos ou vermelhos que sejam ácidos (pH entre 4,0 a 5,3)e que drenem bem a água das chuvas; com fertilidade natural formada de decomposição de folhas e capim. É Planta resistente a secas e a geadas de até – 3 graus. Pode ser cultivada desde o nível do mar até 950 mm de altitude.

 

Mudas: Cada fruto tem até 3 sementes. Os cocos podem ser enterrados diretamente no local definitivo a 5 cm de profundidade num espaçamento de 3 x 3 m, neste caso as sementes levam até 2 anos para nascer. Outra forma é retirar as amêndoas da casca fibrosa e plantar em substrato arenoso. Recomendo plantar muitas sementes a 2 cm de distancia uma da outra em jardineiras com 20 cm de altura, 16 cm de largura e 40 cm de comprimento preenchidas com substrato feito com 40% de terra, 40 % de composto orgânico de galhos e folhas triturados e 20 % de areia de rio. Quando as plântulas estiverem com 4 a 5 folhas, se deve fazer o transplante para embalagens individuais contendo o mesmo substrato. As mudas crescem lentamente, e após 2 anos de viveiro, já podem ser plantadas, nesta idade vão estar com 35 centímetros de altura.

 

Plantando: Pode ser plantada a pleno sol como na meia sombra em reflorestamentos onde só existem ainda arvores de ocupação primária. Espaçamento 3 x 3 m no sol ou 4 x 4 m na sombra onde a planta cresce mais. A cova precisa ter 50 cm nas três dimensões e ser preparada misturando 4 a 5 pás de matéria orgânica deita de galhos e folhas triturados, aos 25 cm de terra da superfície da cova; adicionando + 50 gramas de farinha de osso e 50 gramas de torta de mamona. Para saber como fazer um bom plantio, clique aqui, A cova está pronta para plantio após 2 meses de curtimento. A melhor época de plantio é de outubro a dezembro. Irrigar a cada quinze dias nos primeiros 3 meses, depois somente se faltar água na época, não precisando se preocupar com irrigação a partir do segundo ano.

 

Cultivando: Fazer apenas podas de formação eliminando as folhas velhas amareladas. É importante manter o redor da planta sempre capinado e com bom volume de cobertura morta Adubar somente a partir do 3 ano após o plantio com 3 a 5 pás de composto orgânico feito galhos e folgas triturados + 50 de farinha de osso e 50 gramas de torta de mamona, dobrando essa quantia a cada ano até o 3ª ano; depois manter o mesmo volume de adubação ano após ano.

 

Usos: Frutifica de junho a agosto. As amêndoas podem ser consumidas cruas ou assadas; podendo as amêndoas serem utilizadas em diversas receitas culinárias. A planta pode ser cultivada como ornamental. As flores são melíferas e essa espécie não pode faltar em projetos de recuperação do cerrado pois seus frutos são fonte de alimento de muitos animais silvestres.

 

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